sábado, 6 de agosto de 2011

Nós Amarras - - Classe de Amigo

NÓS E AMARRAS
Os nós estão constantemente em meio às nossas vidas. Para todo lugar que olhamos sempre tem um nozinho bem escondido, mas sempre fazendo a sua parte. Um grande exemplo disso são as roupas que usamos, as bandeiras nos mastros, etc.
Nós de travagem – São destinados a rematar a ponta de uma corda de modo a engrossá-la ou evitar que se desfie.
Nós de Junção – Servem para ligar entre si duas cordas de espessura igual ou diferente.
Nós de salvamento – São considerados como tal, os formados por uma ou mais alças que não correm e destinados a subir ou descer pessoas ou objetos.
Nós de Ligação – São utilizados quando se pretende ligar varas ou troncos. A corda necessária à sua execução é proporcional ao diâmetro das varas ou troncos utilizados, e por cada centímetro de diâmetro é necessário 30 centímetros de corda.
Nós diversos – São aqueles que não se enquadram dentro dos capítulos anteriores.
Falcaças – Utilizam-se em volta do seio de um cabo de maior diâmetro de espessura segurando-o.
Costuras – Utilizam-se nos chicotes de um cabo para que este não se desfie.

Nó Simples



Este nó é a base para outros nós, e por se tratar apenas de uma volta é o nó mais fácil e rápido de ser feito, não é muito usado por marinheiros pois quando molhado ou quando é submetido a muita tensão fica difícil de ser desatado.
Outros nomes: Azelha Simples - Meia Volta - Laçada - Superior
Nó Direito





Serve para unir dois cabos de diâmetros iguais.
Para confirmar sua utilidade, use-o para unir dois cabos de diâmetros bem diferentes, e veja se funciona.
Na antiguidade era conhecido pelos gregos como nó de Hércules, este nó é muito utilizado por ser fácil de fazer e pela simetria, útil para fechar pacotes, amarrar sapatos, terminar amarras, etc, mas quando submetido a tenção em apenas uma de suas pontas este nó pode se desfazer.
Outro nome: Nó Quadrado
Nó Direito de Alceado


Utilizado como o nó direito.
Tem a vantagem de ser facilmente desatado.
A laçada do sapato é um Nó Direito com duas alças
Nó de Escota






Serve para unir dois cabos de diâmetros diferentes.
Como está no desenho pode ser usado para colocar a bandeira no mastro.
Acostume-se nunca aplicá-lo no mesmo cabo, que, é claro tem o mesmo diâmetro. E desta forma, fica fácil confundi-lo com o Lais de Guia
Este nó possui as mesmas voltas do lais de guia, só que é feito com duas cordas, utilizado para unir duas cordas de diâmetros diferentes, útil também para içar bandeiras, utilizando a corda que já esta pressa a bandeira, completa-se o nó com a corda do mastro.
Nó de Escota Duplo


Utilizado como o nó de Escota, com melhores condições de segurança.
É muito recomendado para cabos de diâmetros muito diferentes.
Pode ser utilizado até para amarrar cabos tipo fio elétrico.
Nó de Escota Alceado

Mesma utilidade do escota, só que mais fácil de desatar. é muito utilizado para prender bandeiras na adriça.
Nó em Oito



Utiliza-se para evitar o desfiamento da ponta de uma corda. Utilizado também por montanhistas para unir duas cordas (nó em oito duplo).
Nó Corrediço


Serve para fazer uma alça corrediça em uma corda.
Volta do Fiel



Nó inicial ou final de amarras. Não corre lateralmente e suporta bem a tensão. Permite amarrar a corda a um ponto fixo.
Volta da Ribeira


Utilizado para prender uma corda a um bastão (tronco, galhos, etc.) depois mantê-la sob tensão.
Catau


Utiliza-se para reduzir o comprimento de uma corda sem cortá-la. Serve também para isolar alguma parte danificada da corda, sem deixá-la sob tensão.
Nó Aselha

É utilizado para fazer uma alça fixa no meio de um cabo.
Nó de Arnez


É utilizado para fazer uma alça fixa no meio de uma corda (sem utilizar as pontas).
Balso pelo Seio


Serve para fazer duas alças fixas do mesmo tamanho em uma corda.
Nó de Pescador


Utilizado para unir linhas de pesca, cordas corrediças, delgadas, rígidas, cabos metálicos e até cabos de couro.
Enfardador

Nó utilizado para esticar um cabo. Prende um cabo a um estai (Ribeira) e em seguida, no outro estai, faz-se um S na corda colocando a ponta do S virado para o lado onde foi feito a Ribeira, fazendo-o um cote, do outro lado, ficará com uma alça. Pegue a ponta da corda e de uma volta sobre a árvore, esticando-a e volte pela árvore dando no cabo vários cotes.
Volta do Salteador


Utilizado para prender uma corda a um bastão, com uma ponta fixa e outra que quando puxada desata o nó.
Lais de Guia

É um nó fácil de se fazer, pois tem poucas voltas, é estável e resistente, em geral é feito de forma que fique um laço fixo em uma das extremidades da corda, muito útil para içar animais, pessoas ou objetos de modo que não aperte quando submetido a tenção, após o uso é fácil de desmanchar o nó, em cordas muito rijas não tem utilidade pois as voltas não se acomodam e não oferece segurança.
Utilizado tambem para fazer uma alça fixa (e bastante segura) tendo em mãos apenas uma ponta da corda.
Outro nome: Bolina
Lais de Guia Portuguesa

Este nó era usado por marinheiros portugueses para amarrar a âncora, também pode ser usado para apoiar um homem que esteja trabalhando suspenso, as suas voltas podem ser ajustadas de acordo com a necessidade, pode ser dado mais de duas voltas, deixando o nó mais forte.
Outro nome: Bolina Portuguesa
Fateixa




É o nó que se faz para firmar um cabo em uma barra, num arganéu, para amarrações firmes, ou para render a fateixa, que é âncora pequena como argola. O nó consiste em uma volta redonda com cotes, passando o primeiro por uma volta, para não apertar.
Para fixar uma corda em um tronco, espeque ou argola, resiste bem a tensão é bem simples de fazer e fácil de desatar, muito utilizado na navegação para atracar barcos no cais.
Outro nome: Volta de Anete
Nó de Gancho

Este nó é uma volta simples e fácil de fazer, é utilizado para fixar uma corda ao gancho de forma rápida, mas não pode ser utilizado para puxar peso.
Ordinário



Nó muito estável, serve para unir duas cordas, mais pouco utilizado por ter muitas voltas criando desta forma um grande volume, quando molhado é difícil de desatar, muito usado para decoração por causa de sua forma simétrica.
Outros nomes: Nó de Espia - Nó de Aboço - Calabrote Dobrado
Amarra Diagonal (ou em X)



Serve para aproximar e unir duas varas que se encontram formando um ângulo agudo. é menos usada que a Amarra Quadrada, mas é muito utilizada na construção de cavaletes de ponte, pórticos etc. Para começar usa-se a Volta da Ribeira apertando fortemente as duas peças, dão-se três voltas redondas em torno das varas no sentido dos ângulos, e em seguida, mais três voltas no sentido dos ângulos suplementares, arrematando-se com um anel de duas ou três voltas entre as peças (enforcamento) e uma Volta de Fiel para encerrar. Pode-se também encerrar unido a ponta final a inicial com um nó direito.
Amarra Quadrada (ou plana)



é usada para unir dois troncos ou varas mais ou menos em ângulo reto. O cabo deve medir aproximadamente setenta vezes o diâmetro da peça mais grossa. Começa-se com uma Volta de Fiel bem firme ou uma Volta da Ribeira. A ponta que sobre desse nó, deve ser torcida com o cabo para maior segurança ou utilizada para terminar a amarra unindo-se a ponta final com um nó direito. As toras ou varas são rodeadas por três voltas completas redondas entre as peças (enforcamento) concluindo-se com a Volta do Fiel na vara oposta ao que se deu o nó de início ou com o nó direito na extremidade inicial.
Amarra de Tripé (ou trípode)




Esta amarra é usada para a construção de Tripés em acampamentos, afim de segurar lampiões ou servir como suporte para qualquer outro fim. A amarra de tripé é feita iniciando com uma volta da ribeira e passando alternadamente por cima e por baixo de cada uma das três varas, que devem estar colocadas lado a lado com uma pequena distância entre elas. A vara do meio deve estar colocada bem acima, afim de amarrar a sua extremidade inferior à extremidade superior das outras duas ao lado. Não é necessário o enforcamento nesta amarra, pois ao ajustar o tripé girando a vara do meio a amarra já sofre o "enforcamento" sendo suficientemente presa. Entretanto, em alguns casos o enforcamento pode ser feito, passando voltas entre as varas e finalizando com uma volta do fiel ou nó direito preso a extremidade inicial.
Amarra Paralela (ou circular)




Serve para unir duas varas colocadas paralelamente. Pode ser usada para apoiar ou até sustentar o outro bambu. Faz-se uma argola e dá-se voltas sobre ela e as duas varas como se estivesse falcaçando, terminando, também como uma falcaça, passando a ponta do cabo pela argola e puxando a outra extremidade para apertar. Finaliza-se com um nó direito unindo as duas extremidades.

domingo, 24 de julho de 2011

Cinco Áreas dos Livros do Antigo Testamento

Cinco áreas que estão divididos os Livros do Antigo Testamento
MoisésGênesis5 livros de Moíses
Êxodo
Levítico
Números
Deuteronômio
Vida em CanaãJosué12 Livros de História
Juízes
Rute
I Samuel
II Samuel
I Reis
II Reis
I Crônicas
II Crônicas
Esdras
Neemias
Ester
Poesia5 Poéticos
Salmos
Provérbios
Eclesiastes
Cantares
MaioresIsaías5 Profetas Maiores
Jeremias
Lamentações
Ezequiel
Daniel
MenoresOséias12 Profetas Menores
Joel
Amós
Obadias
Jonas
Miquéias
Naum
Habacuque
Sonfonias
Ageu
Zacarias
Malaquias

sexta-feira, 24 de junho de 2011

O que é o "Corante natural carmim de Cochonilha"?


No Brasil, a cochonilha é também uma praga de jardim. A primeira evidência de que a planta está infestada é o aparecimento de bolinhas brancas que parecem ser de algodão nos caules, próximos às folhas. Elas sugam a planta, roubando sua seiva, alojando-se principalmente na parte inferior das folhas e dos brotos.

Para defender-se da predação por outros insetos, produz ácido carmínico, que extraído de seu corpo e ovos é utilizado para fazer o corante alimentício que leva seu nome.

O corante de cor vermelho-escura é utilizado em larga escala pela indústria cosmética(shampoo, batons, etc.) e alimentícia, emprestando sua cor a biscoitos sabor morango, gelados de frutas vermelhas, leites de soja sabor morango, geléias, sobremesas, sendo também utilizado em medicamentos e roupas.

Pode causar reações alérgicas em algumas pessoas. Normalmente especificado como "Corante natural carmim de Cochonilha", C.I. 75470 ou E120 as composições dos produtos.

Para produzir apenas 450 gramas deste corante precisam de ser mortos cerca de 70.000 insetos. Bilhões de animais são criados e destruídos todos os anos na fabricação deste corante.

Como alternativa a este corante poderia ser utilizado sumo de beterraba, que não possui qualquer toxicidade. Ou, no caso dos alimentos, simplesmente nada, pois um corante não acrescenta benefícios aos produtos.

Antes de comprar estes produtos verifiquem os ingredientes que contem no rótulo

Vejamos o que diz a bíblia sobre consumir tais coisas:
Levitico 11
20 Todo inseto que voa, que anda sobre quatro pés será para vós outros abominação.||Português: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada||Levítico||11||20
21 Mas de todo inseto que voa, que anda sobre quatro pés, cujas pernas traseiras são mais compridas, para saltar com elas sobre a terra, estes comereis.||Português: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada||Levítico||11||21
22 Deles, comereis estes: a locusta, segundo a sua espécie, o gafanhoto devorador, segundo a sua espécie, o grilo, segundo a sua espécie, e o gafanhoto, segundo a sua espécie.

41 Também todo enxame de criaturas que povoam a terra será abominação; não se comerá.||Português: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada||Levítico||11||41
42 Tudo o que anda sobre o ventre, e tudo o que anda sobre quatro pés ou que tem muitos pés, entre todo enxame de criaturas que povoam a terra, não comereis, porquanto são abominação.||Português: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada||Levítico||11||42
43 Não vos façais abomináveis por nenhum enxame de criaturas, nem por elas vos contaminareis, para não serdes imundos.||Português: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada||Levítico||11||43
44 Eu sou o SENHOR, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis por nenhum enxame de criaturas que se arrastam sobre a terra.

Lembrem-se que: pois sabemos que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo (I Coríntios 6:19 e 20).

Pessoal vamos ter atenção nas coisas que nós comemos!!

Porque Guardar o Sábado???????

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Resumo da história dos desbravadores

O SURGIMENTO DA IDÉIA

O nome DESBRAVADORES foi usado por
Theron Johnston, em 1930, quando organizou um clube em sua casa na cidade Sant‘Ana, Califórnia, nos Estados Unidos. Não recebeu apoio e acabou abandonando a idéia.

Já em 1940, a Associação do Sudoeste da Califórnia chamou o seu acampamento de "Acampamento de Desbravadores Jovens Missionários Voluntários". Nessa época, também surgiu um clube organizado pelo
pastor Laurence Skinner com o nome "Locomotiva".

O DESENVOLVIMENTO

O clube começou a tomar corpo a partir de 1946, com a liderança do
pastor John Hancock, que era diretor de jovens da Associação do Sudoeste da Califórnia. Aproveitando o nome do acampamento da Associação, chamaram de "Clube dos Desbravadores Jovens Missionários Voluntários".

A ORGANIZAÇÃO

Em 1946, o próprio pastor Hancock desenhou o emblema em forma de triângulo, que ainda é usado em todo o mundo.

Em 1947, a Associação Geral pediu à União do Pacífico para desenvolver a Organização do Clube de Desbravadores. O pastor
J. R. Nelson coordenou este trabalho. Em seguida, Lawrence Paulson escreveu os primeiros manuais de orientação. Em maio de 1949, o pastor Henry Berg, mesmo não sendo músico, compôs o Hino dos Desbravadores.

A OFICIALIZAÇÃO

Em 1950 o departamento de Jovens da Associação Geral adotou oficialmente o "Clube de Desbravadores Jovens Missionários Voluntários" como um programa mundial. Em 1952 o Hino dos Desbravadores foi oficializado e passou a fazer parte do programa.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Tabela de preços para o fardamento atualizado 2011

Lista de Preço para o fardamento
Sujeito a alterações
Item
preço

Lenço
4,50
4,50
Organel
2,50
7,00
Triângulo
1,50
8,50
Globinho
1,50
10,00
APe 
1,50
11,50
Fivela
5,50
17,00
Lona 
3,20
20,20
Nome do Clube
2,00
22,20
Nome 
2,00
24,20
Faixa
6,00
30,20
Chapéu
9,60
39,80
Tecido Camisa (Metro)
11,50
51,30
Tecido Calça/Saia (Metro)
11,50
62,80
Camisa de atividades
26,00
88,80
Fivela Ativid.
5,50
94,30
Lona Ativid.
3,20
97,50
Tira de cargo
1,50
99,00
globo da faixa
4,00
103,00

sábado, 4 de junho de 2011

Ideais dos Desbravadores

Voto
Pela graça de Deus, serei puro, bondoso e leal
Guardarei a lei dos desbravadores
Serei um servo de Deus e amigo de todos

Lei
A lei do desbravadores ordena-me:
Observar a devoção matinal
Cumprir fielmente a parte que me corresponde
Cuidar do meu corpo
Manter a consciência limpa
Ser cortês e obediente
Andar com reverência na casa de Deus
Ter sempre um cântico no coração
Ir aonde Deus Mandar

Alvo
A mensagem do advento a todo mundo na minha geração

Lema
O amor de Cristo me motiva

Objetivo
Salvar do pecado e guiar no serviço

Propósito
Os jovens pelos Jovens
Os Jovens pela Igreja
Os Jovens pelos seus Semelhantes

Voto a Bíblia
Prometo fidelidade a bíblia, sua mensagem de um Salvador,
cruscificado ressureto prestes a vir, doador de vida e liberdade
à todos que nEle crêem

Hino dos Desbravadores
Nós somos os desbravadores
Os servos do Rei dos reis
Sempre avante assim marchamos
Fiéis a suas leis
Devemos ao mundo anunciar
As novas da salvação
Que Cristo virá em breve
Dar o galardão

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Especialidade de Modelagem e Fabricação de Sabão

Especialidade de Modelagem e Fabricação de Sabão


Os ingredientes  que são usados para se fazer sabão é basicamente uma mistura de sais de sódio e ácidos apraxos provenientes de substâncias graxas: sebo, amendoim, coco, palma, oliva, etc.
É muito fácil fazer. Tome uma colher de sopa de margarina e coloque numa latinha de conserva, até derreter. Adicione hidróxido de sódio (NaOH) a 25% - mais conhecido como soda cáustica – aos pouquinhos, misturando sempre com um palitinho de sorvete (você pode encontrar esta substância em casas revendedoras de produtos químicos, ou mesmo falando com seu professor de química). Ponha o material em um modelo e deixe esfriar. E pronto! Temos um sabão caseiro!
Quimicamente, o que ocorreu foi uma reação do éster de ácido graxo contido na margarina com hidróxido de sódio. Esta reação chama-se saponificação, é um tipo de reação orgânica e é feita em grande escala nos laboratórios produtores de sabão.
Éster + Base -> Sal de Ácido Graxo (ou sabão) + Glicerol (ou Glicerina)

O que causa a ação limpadora do sabão é por causa da química que encontramos nele, existem vários tipos de tipo de sabão: Sabão em pedra, sabão líquido, sabão em pó, sabonete, detergente, shampoo e condicionador. A diferença entre o um detergente e um sabão e a seguinte: O detergente é uma substância que purifica, ele é um tipo de sabão, afinal também serve para limpar.
Porém o sabão a que se referimos é o sabão de pedra mais utilizado em outras ocasiões, como lavar roupa a mão. No uso do sabão é provocado um fenômeno natural a espuma que é conjunto de bolhas que se formam à superfície de um líquido que se agita, se fermenta ou que se ferve.

História do Sabão

As origens do asseio pessoal remontam aos tempos pré-hitóricos. Já que a água é fundamental para a vida, os primeiros povos da pré-história devem ter vivido perto de água e, portanto, deviam ter algum conhecimento sobre suas propriedades de limpeza – mesmo que apenas para lavar o barro das mãos. As primeiras evidências de um material parecido com o sabão, registrado na história, foram encontradas em cilindros de barro (datados de aproximadamente 2.800 A.C.), durante escavações da antiga Babilônia. As inscrições revelam que os habitantes ferviam a gordura juntamente com cinzas, mas não mencionam para que o “sabão” era usada. Tais materiais foram mais tarde utilizados como pomada ou para pentear os cabelos. Os antigos egípcios tomavam banho regularmente. O uso farmacêutico do sabão encontra-se descrito no Eberts papyrus (datado de aproximadamente 1.500 A.C.) este tratado médico descreve a combinação de óleos animal e vegetal com sais alcalinos para formar um material semelhante ao sabão, usado para tratar de doenças da pele bem como para o banho. Mais ou menos na mesma época, Moisés entregou aos israelitas leis detalhadas sobre cuidados de limpeza pessoal. Ele também relacionou a limpeza com a saúde. Relatos bíblicos sugerem que os israelitas sabiam que a mistura de cinzas eóleo produzia uma espécie de pomada. Aparentemente os primeiros gregos não usavam sabão. Eles limpavam seus corpos com blocos de barro, areia, pedra pomes e cinzas e, em seguida, ungiam seu corpo com óleo e raspavam o óleo e a sujeira com um instrumento de metal conhecido como strigil. Eles também usavam óleo e cinzas. As roupas eram lavadas nos rios, sem o uso de sabão. De acordo com uma antiga lenda romana o nome “sabão” tem sua origem no Monte Sapo, onde se realizavam sacrifício de animais. A chuva levava uma mistura de sebo animal derretido com cinzas para o barro das margens do Rio Tigre. As mulheres descobriam que usando esta mistura de barro suas roupas ficavam muito mais limpas com muito menos esforço. Os antigos povos germânicos e gauleses também são reconhecidos como sendo descobridos de uma substâncias chamada sabão, feita de sebo e de cinzas. Eles usavam este material para tingir seus cabelos de vermelho.

Com a evolução da civilização romana, evoluiu também o conceito de banho. A primeira das famosas termas de Roma – com água vinda de seus aquedutos – foi construída ao redor de 312 A.C. As termas se tornaram símbolos de luxo e, muitas vezes, da decadência dos costumes. Já no século 2 D.C., o médico Galem recomendava sabão tanto para fins medicinais como para banho, a Europa sentiu o impacto da sujeira sobre a saúde pública. Esta falta de asseio pessoal aliada às condições de vida insalubres, contribuíram sobre maneira para as grandes epidemias da Idade Média e, em especial, para a Peste Negra do século 14. a fabricação do sabão era uma atividade estabelecida na Europa no início da Idade Média. As associações dos fabricantes de sabão guardavam seus segredos industriais a sete chaves. Óleos de origem vegetal e animal eram usados com cinzas de plantas e também fragrâncias. Gradativamente, uma maior variedade de sabão foi se tornando disponível para barbear e lavar a cabeça, bem como para o banho e lavagem de roupa. A Itália, a Espanha e a França estão sempre entre os primeiros centros de fabricação do sabão. Mais tarde esta indústria também se desenvolveu na Inglaterra. Em 1.622 o Rei James I concedeu, por $100.000 ao ano, o monopólio a um fabricante de sabão. Mais tarde, o sabão sofreu uma pesada carga tributária sendo taxado como item de luxo. O químico francês, Nicolas Leblanc, deu o primeiro grande passo rumo à fabricação comercial do sabão em larga escala. Seu processo (patenteado em 1.791) utilizava sal comum para produzir barrilha (carbonato de sódio), o elemento ativo encontrado nas cinzas, que se junta à gordura para fazer o sabão. Com este processo eram geradas quantidades de soda de boa qualidade a um baixo custo. Em meados de 1.800, o químico belga, Ernest Solvay, inventou o processo da amônia, onde também o sal comum era utilizado para fazer a soda. O processo da Solvay reduziu ainda mais o cusato da soda e aumentou tanto a qualidade quanto a quantidade de soda disponível para a fabricação de sabão.

 

ATIVIDADES  PRÁTICAS


ü  Esculpir um objeto numa barra de sabão.


ü  Decorar uma barra de sabão para dar de presente.


ü  Fazer uma cena a partir de sabão batido, usando pelo menos três cores.
Essa  cena será com no mínimo três cores , onde o desbravador deverá explicar qual a cena e o seu sentido.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O divórcio não é um pecado imperdoável (Mas, lute por seu casamento!)

O divórcio não é um pecado imperdoável (Mas, lute por seu casamento!)

A seguir, compartilharei com você a resposta a um internauta que estava desesperado por achar que Deus nunca mais o perdoaria: (e esse sentimento o impedia de voltar para a igreja)

Olá, querido irmão XXX,

Li o seu relato com muita compaixão porque o seu dilema é o mesmo de muitos cristãos sinceros que sofrem por não se sentirem perdoados. Realmente, você e sua primeira mulher não deviam ter se separado a não ser por motivo de adultério (Mateus 5:32; 19:9). Mas, será que o adultério (leve em conta que hoje os dois estão com outros cônjuges) é um pecado imperdoável? Já parou para pensar nisso?
Não estimulo ninguém ao pecado, pelo contrário! Apresento a opinião de Deus sobre um assunto (mesmo que falhe como humano) e não a minha. Por isso, precisamos encontrar o equilíbrio e a resposta Divina para você na Bíblia.
Você se lembra do rei Davi que mandou matar Urias para ficar com a mulher dele (2 Samuel 11). O rei colheu as consequências do erro dele (2 Samuel 12:14; capítulos 13-17), mas, Deus o perdoou depois de um arrependimento sincero: “Então, disse Davi a Natã: Pequei contra o SENHOR [arrependimento]. Disse Natã a Davi: Também o SENHOR te perdoou o teu pecado [perdão Divino]; não morrerás.” 2 Samuel 12:13.
Se Deus perdoou Davi (entre outros) por que não perdoaria você, amigo? Precisa crer na graça maravilhosa de Jesus (Efésios 1:7) e recomeçar a sua vida ao lado dEle! Não há motivos para ficar se atormentando sendo que sua primeira esposa já se casou e hoje você está com outra pessoa, com quem tem duas filhas. Deus jamais iria exigir de você que se separasse da atual mulher – terminando com outra família – para “ser perdoado”! Seria o mesmo que Ele tentar resolver um problema criando um maior.
Por isso, quando o Espírito Santo afirma em 1 João 1:9 que ao confessarmos nossos erros somos purificados “de toda a injustiça”, quer nos ensinar que Deus nos dá o perdão para todo tipo de pecado!
Siga a vida adiante com sua nova família, no atual contexto de sua vida. Viva dignamente, de cabeça erguida, pois, “as coisas antigas já passaram” (2 Coríntios 5:17) porque Jesus dá esse direito a qualquer pessoa que tem fé nEle (1 João 2:1).
E, volte para os braços do Pai. Ele nunca o abandonou e, por isso, fez com que escrevesse para que tivesse a certeza do amor dEle por você e soubesse que Ele o espera com saudades de Pai e com o amor de mãe: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.” Isaías 49:15.
Sinta-se perdoado pelo sacrifício que Jesus fez por você e venha a Ele do jeito que está, pois o Senhor mesmo disse: “Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.” João 6:37.
Não deixe a sua consciência o machucar. Confronte-a com 1 João 3:19, 20 e creia mais na Bíblia – que garante o seu perdão – do que em seus próprios sentimentos.
“E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranqüilizaremos o nosso coração; pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas.”
Escreva-me sempre que quiser.

Um grande abraço e que a Paz de Cristo seja com você,
Leandro Quadros.

“Por que oro a Deus e sinto que nada acontece?”

“Por que oro a Deus e sinto que nada acontece?”

Muito interessante essa questão apresentada por um telespectador. O sentimento de que “nada acontece” quando oramos pode ter pelo menos duas origens:
1) Na nossa maneira errada de pedir: “pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.” Tiago 4:3. Podemos estar orando por motivos egoístas ou esquecemos Jesus (é bom finalizar a oração em nome de Jesus – João 14:12-14).
2) Nos nossos sentimentos corrompidos pelo pecado. A Bíblia diz que o nosso coração é “enganoso e desesperadamente corrupto” (Jeremias 17:9). Portanto, mesmo que o Espírito Santo use nossa consciência para nos comunicar a vontade de Deus (Isaías 30:21), não podemos confiar “cegamente” naquilo que pensamos ou sentimos (Jeremias 17:5).
Nesse caso, você e eu precisamos fazer duas coisas:
a) Confiar mais em Deus – que afirma ouvir e atender (no tempo certo) nossas orações (ver Mateus 7:7-11) – do que em nossos sentimentos. É bom confrontar os pensamentos negativos com 1 João 3:19, 20 e decidirmos crer mais na Revelação Escrita do que em nós mesmos!
b) Persistir na oração. Em Romanos 12:12 Deus recomenda que sejamos perseverantes e Jesus Cristo – a Segunda Pessoa da Divindade – até contou uma parábola sobre a importância de orarmos sem desanimarmos:
Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer: Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” Lucas 18:1-8 (Grifo acrescentado).
Por isso, se sinta à vontade para continuar em suas orações.
Fale com Deus a respeito dessas dicas e verá o quanto Ele está interessado em cada palavra que você diz ou pensa.
Um forte abraço,
Leandro Quadros.